Remada baixa triângulo: 5 erros e como corrigir já

Remada baixa triângulo executada com má postura pode sabotar seus ganhos de força nas costas, sobrecarregar articulações e até gerar lesões.

Por que a técnica faz diferença

Embora seja guiado pela polia baixa, o exercício exige tronco ereto, escápulas ativadas e controle na fase excêntrica. Quando o praticante arredonda a lombar ou puxa apenas com os bíceps, reduz a ativação da grande dorsal e aumenta o risco de dor lombar, como alerta a literatura científica sobre exercícios de tração horizontal.

Outro deslize frequente é escolher carga excessiva. Segundo estudo citado no artigo original, peso alto demais limita a amplitude e induz compensações posturais. A regra é simples: qualidade antes de quantidade.

Como ajustar cada detalhe

Confira as cinco falhas mais comuns e a correção imediata:

1. Coluna arredondada: mantenha o peito aberto e a coluna neutra durante toda a puxada.

2. Movimento iniciado pelos braços: retraia as escápulas primeiro; imagine que “as costas puxam”, não os bíceps.

3. Carga maior que a técnica: escolha um peso que permita controle tanto para puxar quanto para devolver o cabo lentamente.

4. Soltar o cabo rápido: desacelere a fase de retorno; o controle excêntrico é crucial para hipertrofia.

5. Ombros elevados: mantenha-os longe das orelhas para evitar tensão no trapézio superior.

Para visualizar a postura correta, vale conferir a orientação sobre coluna neutra publicada pela revista Men’s Health Brasil, referência em treinamento.

Dominar esses ajustes gera dorsais mais fortes, melhora a postura e prepara o corpo para variações como barra fixa ou remada curvada. Se você tem hérnia de disco ou dor na escápula, consulte um profissional antes de incluir o exercício.

Domine a técnica, progrida com segurança e mantenha o foco na execução — a evolução virá. Para mais estratégias de costas fortes, visite nossa editoria de Cardio e Musculação.

Crédito da imagem: Cia Athletica Fonte: Cia Athletica

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