Dilema entre visual ousado e acabamento realmente resistente
Samsung – Nos últimos dias, a fabricante sul-coreana colocou nas mãos de reviewers unidades do Galaxy S26 e do Galaxy Z Fold 7 em tons azul e roxo intensos, reacendendo o debate sobre a durabilidade de smartphones com cores chamativas.
- Em resumo: quedas leves foram suficientes para deixar arranhões permanentes no acabamento colorido.
- Vale destacar: partículas de poeira e chaves no bolso também aceleram o desgaste visual.
Acabamento vibrante x metal exposto: o que muda na prática?
Enquanto tons neutros mascaram micro-riscos, superfícies pintadas evidenciam cada impacto. Testes feitos com as versões em azul profundo do Galaxy S26 mostraram que, após poucos dias de uso, a tinta saia com facilidade, revelando o alumínio prateado por baixo — algo já observado em outros flagships, como o Google Pixel 10 Pro.
“Esses telefones chegaram imaculados; bastaram dois tombos para as bordas perderem cor e brilho”, relata o autor dos testes originais.
Por que isso acontece e como minimizar o problema?
A camada de tinta aplicada sobre ligas de alumínio ou titânio é fina e depende de processos de anodização ou verniz. Quanto mais saturada a cor, maior a probabilidade de lascar. Capas emborrachadas e películas nas bordas podem ajudar, mas comprometem justamente o design que atraiu o comprador. Especialistas em acabamento industrial apontam que soluções como titânio natural ou aço polido tendem a esconder melhor marcas de uso.
O que você acha? Vale sacrificar o visual para manter o aparelho intacto ou ainda prefere as cores ousadas? Para continuar acompanhando análises de dispositivos móveis e wearables, visite nossa editoria de smartphones.
Crédito da imagem: Divulgação / Samsung