Como o ex-lineman de 6’7’’ adaptou seu footwork para abastecer o carro Nº 66 em tempo recorde
Ben Braden – recentemente, o ex-offensive lineman da Universidade de Michigan e da NFL migrou para a Meyer Shank Racing e já é o responsável por encher de combustível o Honda Nº 66 de Marcus Armstrong em cerca de oito segundos, unindo força bruta e precisão milimétrica.
- Em resumo: Braden carrega um rig de 90 kg e usa a técnica de linha ofensiva para encaixar a mangueira sem desperdiçar tempo.
- Vale destacar: O americano de 32 anos superou uma fratura vertebral e transformou treino de footwork em arma dentro do pit lane.
Do gridiron ao pit lane: força, técnica e muito “jogo de pés”
Mesmo com 330 lb distribuídos em 2,01 m, o agora fueler garante que o segredo não é empurrar com brutalidade, mas dominar a mecânica de pés ensinada por preparadores atléticos. A transição foi facilitada pelos encontros casuais na academia com o dono de equipe Ed Carpenter, que o convidou para testar suas habilidades em 2023.
“Fueling é muito jogo de pés. Os fundamentos que aprendi no futebol americano simplesmente encaixaram”, destaca Braden.
Por que ex-atletas viraram peça-chave nas equipes de box
Ligas como a NASCAR já recrutam ex-atletas universitários há anos; agora a IndyCar acelera a mesma tendência. O tempo de reação treinado em jogadas de quarta-para-gol é perfeito para sincronizar trocas de pneus e abastecimento em menos de 10 s. Segundo dados do paddock, mais de 90% dos mecânicos especializados da categoria de turismo nos EUA vieram de programas esportivos de elite – sinal de que explosão, coordenação e leitura de jogo valem tanto quanto chave inglesa.
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Crédito da imagem: Divulgação / INDYCAR