Pesquisa de 40 anos revela diferença entre fritar e cozinhar o tubérculo
O novo estudo — que acompanhou 205.000 adultos durante quase quatro décadas — apontou que o consumo de apenas três porções de batata frita por semana esteve ligado a um aumento de 20% no risco de desenvolver diabetes tipo 2.
- Em resumo: Batatas assadas, cozidas ou amassadas não mostraram aumento de risco.
- Vale destacar: Substituir batata por grãos integrais reduziu a probabilidade de diabetes, enquanto trocar por arroz branco teve o efeito contrário.
Fritar muda o jogo metabólico
Segundo os autores, a forma de preparo altera a carga glicêmica e a densidade calórica da batata. Isso ajuda a explicar por que a versão frita — rica em gordura e potencialmente mais alta em acrilamida — mostrou associação negativa, enquanto as opções cozidas permaneceram neutras. Dados sobre diabetes tipo 2 divulgados pelo MedlinePlus reforçam que alimentos ultraprocessados e ricos em gordura saturada tendem a prejudicar o controle de glicose.
Três porções de batata frita por semana foram ligadas a um risco 20% maior de diabetes tipo 2, diferentemente das batatas assadas, cozidas ou amassadas, que não apresentaram aumento significativo.
Trocas inteligentes no prato
No mesmo acompanhamento, quem substituiu o tubérculo por grãos integrais apresentou menor incidência de diabetes. O achado dialoga com tendências de alimentação funcional, nas quais cereais como quinoa, aveia e arroz integral oferecem fibras que retardam a absorção de açúcar — algo crítico para atletas, praticantes de musculação e qualquer pessoa interessada em performance metabólica.
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Crédito da imagem: Divulgação / ScienceDaily