Treino inteligente preserva massa magra enquanto o déficit calórico age na gordura
Cia Athletica – Nos últimos dias, a rede detalhou por que aliar musculação ao cardio moderado, com suporte profissional, é decisivo para conquistar um emagrecimento sustentável e afastar o temido efeito sanfona. A orientação aparece na TRANSMISSÃO: Band que debateu estratégias de perda de gordura sem sacrificar saúde ou desempenho.
- Em resumo: preservar músculo acelera o metabolismo e ajuda a queimar mais gordura 24 h por dia.
- Vale destacar: apenas cortar calorias resulta, na maior parte dos casos, em perda de água e massa magra — não de gordura corporal.
Por que musculação muda o jogo na balança?
O treino resistido provoca microlesões que exigem alto gasto energético para recuperação. Esse “efeito pós-exercício” pode elevar o consumo calórico por até 48 h, explica a American Council on Exercise. Além disso, cada quilo de massa magra adiciona cerca de 13 kcal ao gasto basal diário.
“Sem estímulo muscular, o corpo devolve rapidamente o peso perdido porque o metabolismo cai junto com a massa magra”, reforçou o time técnico da Cia Athletica durante a transmissão.
Cardio na medida certa potencializa o déficit calórico
Correr, pedalar ou remar complementa o processo ao elevar a frequência cardíaca e aumentar o consumo imediato de energia. Mas o estudo interno da rede mostra que ultrapassar 70 % do volume semanal apenas com cardio pode roubar músculos, prejudicando a composição corporal. O equilíbrio recomendado: três sessões de resistência e duas de aeróbio, alternando intensidades.
Alimentação estratégica evita platôs metabólicos
Déficit calórico moderado (10 % a 20 % abaixo do total de manutenção) aliado a proteínas de qualidade ajuda a reparar fibras musculares e garante saciedade. Cortes drásticos, por outro lado, estimulam compulsão e desaceleram o metabolismo — cenário perfeito para o efeito sanfona.
Três erros que sabotam resultados
1) Dietas da moda que eliminam grupos inteiros de alimentos. 2) Excesso de exercícios sem descanso, elevando o cortisol e potencializando o acúmulo de gordura visceral. 3) Falta de reavaliações periódicas: sem ajustes, o corpo adapta-se e o gasto energético cai.
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Crédito da imagem: Divulgação / Cia Athletica