Pesquisa em camundongos indica que escolher a gordura certa pode fazer diferença radical
Novo estudo divulgado no ScienceDaily revela que a natureza da gordura consumida influenciou diretamente a velocidade de crescimento de tumores pancreáticos em animais predispostos à doença.
- Em resumo: Ácido oleico, principal lipídio do azeite, acelerou o câncer de pâncreas.
- Vale destacar: Ômega-3 do óleo de peixe reduziu o avanço dos tumores em cerca de 50%.
Ácido oleico: o lado obscuro do “ouro” do Mediterrâneo
Embora o azeite de oliva seja celebrado pela dieta mediterrânea, os pesquisadores observaram que o ácido oleico estimulou o crescimento das células tumorais pancreáticas nos camundongos testados. O achado chama a atenção de atletas e entusiastas da alimentação saudável que recorrem ao azeite como principal fonte de gordura monoinsaturada.
“Oleic acid — the main fat in olive oil and several other common foods — sped up tumor growth in mice predisposed to pancreatic cancer, while omega-3-rich fats from fish oil dramatically slowed disease development.”
Ômega-3: possível aliado na prevenção e performance
Nos mesmos experimentos, as gorduras ricas em ômega-3 provenientes de óleo de peixe retardaram a doença em 50%. Além dos potenciais benefícios anti-inflamatórios já conhecidos para articulações e recuperação muscular, o resultado sugere outro motivo para incluir salmão, sardinha ou suplementos de óleo de peixe na rotina — especialmente para quem busca longevidade esportiva e saúde metabólica.
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Crédito da imagem: Divulgação / ScienceDaily