Tipos de pegada são decisivos para ativar o músculo certo, ganhar força e reduzir o risco de lesões durante a musculação.
Por que a posição das mãos faz tanta diferença?
A colocação correta das mãos direciona a carga para o grupo muscular pretendido e protege punhos, cotovelos e ombros. Segundo o educador físico Thiago Isbelo, a pegada adequada preserva articulações, amplia a amplitude de movimento e ancora o peso de forma mais segura.
Pronada, supinada e neutra: entenda cada variação
Pegada pronada: palmas voltadas para baixo. É a escolha clássica em puxadas para costas e remadas, pois acentua o trabalho de dorsais e trapézio.
Pegada supinada: palmas para cima. Potencializa bíceps e antebraços em exercícios como rosca direta e barra fixa supinada.
Pegada neutra: palmas voltadas uma para a outra. Diminui o estresse articular e costuma ser mais confortável para quem sente dor nos ombros, como em puxadas neutras ou remadas com halteres.
Pegada mista: mais força em cargas altas
Em levantamentos de peso, a pegada mista (uma mão pronada, outra supinada) ajuda a evitar que a barra role, aumentando a segurança em cargas máximas.
Imagem: Internet
Como escolher a pegada certa?
Defina primeiro o músculo-alvo: costas pedem pronada, bíceps respondem melhor à supinada. Se houver desconforto, migre para a neutra. Manter o pulso alinhado ao antebraço também é crucial. Para aprofundar, veja a análise da Men’s Health Brasil sobre variações de pegada e performance.
Conferir a postura no espelho, ajustar a carga de forma progressiva e buscar orientação profissional completam o protocolo de segurança. Vale lembrar que uma pegada incorreta pode sobrecarregar tendões e retardar resultados.
Em resumo, dominar os diferentes tipos de pegada turbina a eficiência do treino, melhora força e resistência e ainda previne lesões.
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Crédito da imagem: TotalPass Fonte: TotalPass