Medida de sustentabilidade promete facilitar a vida de quem depende do smartphone no treino
União Europeia — Nos últimos dias, o bloco aprovou o regulamento que obrigará fabricantes a entregar celulares com baterias “facilmente removíveis” até 2027, sinalizando ganhos para usuários que fazem uso intenso do aparelho em corridas, pedaladas ou sessões longas de streaming de treino.
- Em resumo: a troca da bateria deverá ser feita sem ferramentas ou adesivos complexos.
- Vale destacar: dispositivos totalmente selados podem receber isenção, segundo o texto preliminar.
O que muda na prática para marcas e atletas conectados
De acordo com o portal GSMArena, os fabricantes terão de projetar tampas, parafusos padrão ou linguetas internas que permitam substituir o componente em minutos, reduzindo lixo eletrônico e custeando menos do que um novo aparelho.
A legislação define “prontamente removível” como a bateria que possa ser trocada “sem ferramentas especializadas e sem danificar o dispositivo ou a nova bateria”.
A exceção que pode manter alguns modelos selados
O texto prevê dispensas para dispositivos que dependem de vedação extrema, caso de smartphones ultrarresistentes a mergulhos profundos ou que abriguem sensores delicados. A Comissão Europeia ainda avalia critérios para garantir que a proteção à água e ao suor — vital para quem corre ou pedala em ambientes externos — não seja sacrificada.
O que você acha? Ter a bateria à mão aumenta a confiança em longos treinos ou você prefere a segurança de um modelo totalmente selado? Para mais novidades sobre wearables e tecnologia esportiva, acesse nossa editoria especializada.
Crédito da imagem: Divulgação / European Union