Imagens em 1.000 fps escancaram o efeito de cada impacto
Pinkbike colocou oito das mountain bikes mais desejadas de 2026 na clássica prova “Huck to Flat”, jogando cada modelo de um drop e registrando tudo em super câmera lenta para revelar o que acontece com suspensão, pneus, guidão e quadro a cada aterrissagem.
- Em resumo: a queda repetida evidencia flexão de guidão, compressão total do curso e torção de quadro.
- Vale destacar: apesar do estresse extremo, a maioria dos frames sobreviveu — quem mais sofreu foi o tornozelo do cameraman Logan Patrick Nelson.
O teste que separa marketing de desempenho real
Desde 2018, o Huck to Flat virou a parte mais aguardada do Field Test. A dinâmica é simples: largar a bike de um drop, pousar em superfície plana e repetir. O charme está na lente de alta velocidade — tecnologia semelhante à usada nos smartphones capazes de gravar a 960 fps, segundo reportagem do The Verge — que permite ver micromovimentos invisíveis a olho nu.
“Send a bike off a drop and land flat, over and over, and watch what happens.” — tradição resumida pela equipe da Pinkbike.
Por que isso interessa a quem pedala trilha
Os frames em câmera lenta são um curso rápido sobre como escolher e ajustar uma trail bike. Dá para notar, por exemplo, a importância de calibrar sag e retorno de suspensão para evitar batidas de fim de curso, além de confirmar que pneus mais largos absorvem parte do impacto. Para quem investe pesado em carbono, o teste também oferece paz de espírito: mesmo sob carga brutal, apenas um quadro quebrou desde 2018.
O que você acha? Teria coragem de testar seu equipamento em um drop assim? Para mais pautas de performance e equipamentos, visite nossa editoria especializada.
Crédito da imagem: Divulgação / Pinkbike