Exame FIT promete ampliar o rastreamento colorretal na rede pública
Ministério da Saúde – Anunciado no último dia 21, o novo protocolo nacional libera o teste imunoquímico fecal (FIT) no SUS a partir do segundo semestre, oferecendo rastreamento do câncer de intestino para homens e mulheres assintomáticos entre 50 e 75 anos.
- Em resumo: o FIT detecta sangue oculto nas fezes e pode identificar até 92% dos casos de câncer colorretal.
- Vale destacar: o resultado positivo direciona o paciente para colonoscopia, poupando exames invasivos em massa.
Como o FIT funciona e por que substitui a triagem inicial
O exame utiliza fitas rápidas, semelhantes às de testes de gravidez, que reagem a pequenas quantidades de hemoglobina humana. A coleta é simples: o usuário leva para casa um kit, retira a amostra com haste própria e devolve o tubo ao laboratório. Segundo a Pasta, o método é mais barato e conveniente para rastreamento populacional do que a colonoscopia em toda a população assintomática, estratégia alinhada às recomendações internacionais de triagem colorretal presentes no MedlinePlus.
“O FIT será a porta de entrada. Quem testar positivo seguirá para colonoscopia, que continua como padrão-ouro na confirmação e remoção de pólipos”, reforça a nota do Ministério da Saúde.
Impacto prático para quem treina e busca saúde preventiva
Para atletas amadores e praticantes de musculação, manter exames em dia é tão importante quanto periodizar o treino. O FIT dispensa jejum, restrições alimentares e exige apenas uma amostra, facilitando a rotina de quem tem agenda cheia de treinos ou competições. Além disso, o diagnóstico precoce reduz tempo de tratamento invasivo, favorecendo retorno mais rápido às atividades físicas e melhor prognóstico geral.
O que você acha? A adoção do FIT vai incentivar você a incluir exames preventivos na sua rotina? Para mais conteúdos sobre cuidados essenciais de saúde, acesse nossa editoria especializada.
Crédito da imagem: Divulgação / Ministério da Saúde