Benefício apareceu até os 75 anos, mas excesso não trouxe vantagem extra
Estudo de longo prazo — Pesquisadores analisaram milhares de adultos e descobriram que consumir duas a três xícaras de café por dia se associou a um risco 35% menor de desenvolver demência antes dos 75 anos, sinalizando um possível aliado simples para a saúde cerebral.
- Em resumo: Caffeína em dose moderada pode manter neurônios ativos e reduzir inflamações ligadas ao Alzheimer.
- Vale destacar: Mais do que três xícaras não ampliou a proteção, sugerindo um “ponto doce” de consumo.
Por que 2 a 3 xícaras parecem o ponto ideal
A pesquisa sugere que quantidades moderadas de cafeína estimulam a atividade neuronal sem provocar efeitos colaterais comuns do excesso, como ansiedade ou insônia. Estudos compilados pelo MedlinePlus indicam que a substância também pode interferir positivamente nos níveis de proteína beta-amiloide, relacionada ao Alzheimer.
“Café em doses moderadas parece manter as células do cérebro metabolicamente ativas enquanto reduz processos inflamatórios e o acúmulo de placas nocivas”, destacaram os autores do estudo.
Como adotar o hábito sem atrapalhar sono e performance
Para colher o possível benefício, especialistas recomendam distribuir as xícaras entre o café da manhã e o início da tarde, evitando a ingestão noturna que pode comprometer o sono — fundamental para a consolidação de memória. Vale também optar por preparos filtrados, que retêm compostos como cafestol, potencialmente prejudiciais ao colesterol.
O que você acha? Sua rotina comporta essas duas ou três xícaras estratégicas? Para mais dicas de prevenção e qualidade de vida, acesse nossa editoria de Saúde e Bem-Estar.
Crédito da imagem: Divulgação / ScienceDaily