Resultados desafiam recomendações comuns sobre proteína animal
O novo estudo clínico — conduzido nos Estados Unidos e divulgado nos últimos dias — avaliou adultos com pré-diabetes que ingeriram 6 a 7 onças (cerca de 200 g) de carne bovina todos os dias durante um mês. Contra todas as expectativas, não houve piora na glicemia, na resposta de insulina nem em marcadores inflamatórios quando comparado ao grupo que consumiu apenas aves.
- Em resumo: Carne vermelha diária não alterou indicadores de risco para diabetes tipo 2.
- Vale destacar: Marcadores de inflamação e resistência à insulina permaneceram estáveis.
Por que os pesquisadores ficaram surpresos?
Dietas ricas em gordura saturada costumam ser apontadas como vilãs do controle glicêmico. No entanto, os autores observaram que o equilíbrio calórico total, a qualidade geral da dieta e o perfil de atividade física dos voluntários influenciaram mais do que a simples escolha de proteína. Segundo informações de referência do MedlinePlus, fatores como excesso de peso e sedentarismo continuam sendo os principais motores da resistência à insulina.
“Participantes que consumiram 6–7 onças de carne bovina por 30 dias não apresentaram variação significativa em glicose de jejum, HbA1c ou proteínas inflamatórias, comparados ao grupo controle”, resume o artigo.
O que isso significa para quem treina e controla a dieta
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Crédito da imagem: Divulgação / ScienceDaily