Hiperidrose: quando o suor excessivo pede tratamento

Hiperidrose é o nome dado ao suor excessivo que surge sem razão aparente, mesmo em repouso ou em ambientes frios, afetando diretamente a qualidade de vida de quem treina ou simplesmente busca bem-estar.

Dois tipos, um mesmo incômodo

No quadro de hiperidrose primária, o excesso de suor aparece desde a infância ou adolescência e costuma se concentrar em mãos, pés, axilas e rosto, geralmente por influência genética ou emocional. Já a hiperidrose secundária é consequência de condições como diabetes, hipertireoidismo, obesidade, menopausa ou uso de alguns medicamentos, espalhando-se pelo corpo todo.

Sintomas que não devem ser ignorados

Roupas encharcadas, dificuldade para segurar objetos ou escrever, irritações e infecções de pele e constrangimento em situações sociais são sinais clássicos de que o suor passou do limite. Segundo o cirurgião geral Ernesto Alarcon, o impacto é físico e emocional, comprometendo trabalho, treino e relacionamento.

Opções de tratamento cada vez mais acessíveis

A boa notícia é que há soluções eficazes, indicadas conforme a gravidade:

  • Antitranspirantes com cloreto de alumínio​ para uso diário.
  • Medicamentos orais que reduzem a produção de suor.
  • Aplicação de toxina botulínica (Botox), com efeito temporário de 6 a 9 meses.
  • Iontoforese, indicada para mãos e pés, utiliza corrente elétrica suave.
  • Simpatectomia, cirurgia reservada aos casos mais severos.

O Ministério da Saúde lembra que a avaliação médica é fundamental para descartar doenças de base e escolher o melhor protocolo (confira a cartilha oficial).

Se o suor tem atrapalhado seus treinos ou rotina diária, procure um especialista e considere as alternativas acima. Para seguir atualizado sobre saúde, bem-estar e recuperação, visite nossa seção dedicada em Saúde, Bem-estar e Recuperação.

Crédito da imagem: Webrun Fonte: Webrun

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