Polifenóis da fruta podem agir como “filtro interno” contra raios UV
Uvas – um estudo publicado recentemente mostrou que comer a fruta todos os dias por apenas duas semanas foi suficiente para reforçar a proteção cutânea e diminuir o estresse oxidativo causado pela radiação ultravioleta.
- Em resumo: 14 dias de consumo diário alteraram a expressão genética da pele dos voluntários.
- Vale destacar: a resposta foi ampla, mas cada pessoa apresentou variações individuais no padrão de genes ativados.
Antioxidantes do cacho sob holofote científico
Os pesquisadores atribuem o efeito às altas concentrações de compostos fenólicos presentes na casca e nas sementes, como resveratrol e quercetina. Fontes especializadas, como o MedlinePlus, ressaltam que esses antioxidantes neutralizam radicais livres envolvidos no envelhecimento cutâneo e nas lesões por UV.
“Após apenas duas semanas de ingestão diária, os voluntários exibiram maior resistência ao dano solar e menor estresse oxidativo”, relatam os autores do estudo.
O que muda na prática para quem treina e cuida da saúde
Além do básico (filtro solar e barreiras físicas), incluir uvas na dieta surge como estratégia de suporte interno para a pele — algo valioso para atletas que treinam ao ar livre ou praticantes de corrida que acumulam horas sob o sol. A descoberta também dialoga com a tendência de nutrição funcional, na qual alimentos inteiros competem com cápsulas e cremes quando o assunto é fotoproteção.
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Crédito da imagem: Divulgação / ScienceDaily